quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

The Washington Times 6:21 p.m., Thursday, December 2, 201 By Jeffrey T. Kuhner

Os Nazi-fascistas americanos, já perderam a pele de cordeiro, depois de expostos pelo Wikileaks. Sem sitio para se esconder, com a verdade a surgir em todo o mundo, restas-lhes pedir a morte de Assange.

Dos milhões de mortos que provocaram e continuam provocando em duas guerras ilegais e baseadas em mentiras grosseiras, nada falam...isso está justificado por sua ganancia de dominio mundial.

Das suas ligações a todos os governos fascistas e terroristas, nada dizem também. Criminoso é mostrar ao mundo as suas mentiras. Quem "inventou os Talibâs?", quem criou e subsidiou Bin Laden, quem inventou a "Al-quaeda"...nada...isso são coisas "secretas".

Por isso, como todos os países dominados pelas ditaduras fascistas, criminosos, são os que estão contra nós, ou os que denunciam os nossos crimes...conhecemos bem estes comportamentos...

Solução?...ASSASSSINEM Charles Assante...ele é que é o terrorista, perceberam? Não? Então não estamos a falar da maior "democracia do mundo?"

Vocês não entendem nada...ditador é o Chavez, que quando apelam ao assassinio do presidente no seu país, fecha o orgão de comunicação que faz esse apelo. Apelar ao assassinio em países "democráticos" é legal...só nas ditaduras é que não é permitido.


The Washington Times 6:21 p.m., Thursday, December 2, 2001

By Jeffrey T. Kuhner

Assassinar Assange? Provocador da Web mina a guerra contra o terrorismo e ameaça a vida dos americanos.

Julian Assange é um claro e presente perigo para a Segurança Nacional americana. O fundador da WikiLeaks é mais do que um provocador irresponsável. Ele é a cumplicidade terrorista na sua guerra contra a América. O governo deve cuidar do problema - de forma eficaz e permanente.

A diplomacia americana tem sido atacada. Então, tem a capacidade de conduzir a guerra contra o terrorismo. Por exemplo, os documentos revelam que os Estados Unidos estão trabalhando de perto com o ditador do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, no lançamento de ataques aéreos contra bases da Al Qaeda local. Assange está ajudando a expulsar os infiéis americanos dos desertos desolados Iêmen.


Isto é o que ele queria o tempo todo. O australiano de 39 anos de idade, se apresenta como um defensor do governo "transparência". Ele Posa da arquibancada para a mídia como um idealista, um informante corajoso que só quer a verdade para lutar contra os EUA, contra o "imperialismo".
O governo sueco acusa-o de ter abusado sexualmente de duas mulheres. Assange é um radical anti-americano que quer ver os Estados Unidos derrotados por seus inimigos islâmicos fascistas. Seu objetivo é humilhar a america no cenário mundial, para drená-la de toda a legitimidade moral e jurídica - em especial sobre as guerras no Iraque e no Afeganistão.

Ele é um facilitador, ativa e deliberadamente do terrorismo islâmico. Ele é tanto uma ameaça como Osama bin Laden ou de Ayman al-Zawahri. Em suma, Assange não é um jornalista ou editor, e sim, ele é um combatente inimigo - e deve ser tratado como tal.

No mínimo, no verão, o governo poderia ter lançado um devastador ataque cibernético contra o site WikiLeaks, desligá-lo.

O mundo está testemunhando o espetáculo absurdo, quase surreal de uma superpotência americana impotente diante de um hacker solitário. Seus segredos diplomáticos não são mais seguros, seus aliados e amigos estão sendo traídos, e seus cyber-inimigos estão livres para vaguear com impunidade. América não é mais temida ou respeitada.

O Procurador-geral Eric H. Holder Jr. procura encontrar possíveis acusações criminais contra Assange. É tarde demais para falar duro. Neste momento, estamos além de acusações e tribunais. Os estragos foram feitos, as pessoas têm morrido - e vão morrer por causa das ações deste narcisista, pueril egocêntrico. As notícias dizem que o fundador WikiLeaks está escondido na Inglaterra. Se isso for verdade, devemos tratar Assange da mesma forma que outros alvos terroristas de alto valor.

Jeffrey T. Kuhner é um colunista do Washington Times e presidente do Instituto de Edmund Burke.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Quando eu era pequenino, acabado de nascer, ainda mal abria os olhos, já era para....
Ver estes malandros, que conduziam este país para a desgraça...embora hoje a culpa não seja de ninguém, até o Cavaco, nada tem a ver com nada....mas nos ultimos 30 anos, foram estes srs. do PS/PSD que governaram este país...

DEVEM-ME DINHEIRO !

Uma sinecura (do latim sine, "sem" e cura, "cuidado") é um tipo de emprego ou função, quase sempre em cargo público, e que praticamente não requer responsabilidade, trabalho ou serviço activo. Historicamente, as sinecuras servem como instrumento de poder dos governantes, que as concedem em troca de favores políticos. Neste sentido, vincula-se também à prática do nepotismo.

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0xcAik3vt7Jd-tWXXm1zxaqomEK4aVZpnsKiVYZnFP41ltq3LwvsbEr9yyuda7yfJCP_AgCYrFk-hEUuOqRV8czlQYdmCTTqMNiiyf9crkX8DGUAhsWwSHITpTVb3FfvWvaiXQMnKD1iF/s1600/mario+crespo.bmpJosé Sócrates em 2001 prometeu que não ia aumentar os impostos. E aumentou. Deve-me dinheiro. António Mexia da EDP comprou uma sinecura para Manuel Pinho em Nova Iorque. Deve-me o dinheiro da sinecura de Pinho. E dos três milhões de bónus que recebeu. E da taxa da RTP na conta da luz. Deve-me a mim e a Francisco C. que perdeu este mês um dos quatro empregos de uma loja de ferragens na Ajuda onde eu ia e que fechou. E perderam-se quatro empregos. Por causa dos bónus de Mexia. E da sinecura de Pinho. E das taxas da RTP. Aníbal Cavaco Silva e a família devem-me dinheiro. Pelas acções da SLN que tiveram um lucro pago pelo BPN de 147,5 %. Num ano.

Manuel Dias Loureiro deve-me dinheiro. Porque comprou por milhões coisas que desapareceram na SLN e o BPN pagou depois. E eu pago pelo BPN agora. Logo, eu pago as compras de Dias Loureiro. E pago pelos 147,5 das acções dos Silva. Cavaco Silva deve-me muito dinheiro. Por ter acabado com a minha frota pesqueira em Peniche e Sesimbra e Lagos e Tavira e Viana do Castelo. Antes, à noite, viam-se milhares de luzes de traineiras. Agora, no escuro, eu como a Pescanova que chega de Vigo. Por isso Cavaco deve-me mais robalos do que Godinho alguma vez deu a Vara. Deve-me por ter vendido a ponte que Salazar me deixou e que eu agora pago à Mota Engil.

António Guterres deve-me dinheiro porque vendeu a EDP. E agora a EDP compra cursos em Nova Iorque para Manuel Pinho. E cobra a electricidade mais cara da Europa. Porque inclui a taxa da RTP para os ordenados e bónus da RTP. E para o bónus de Mexia.

A PT deve-me dinheiro. Porque não paga impostos sobre tudo o que ganha. E eu pago. Eu e a D. Isabel que vive na Cova da Moura e limpa três escritórios pelo mínimo dos ordenados. E paga Impostos sobre tudo o que ganha. E ficou sem abonos de família. E a PT não paga os impostos que deve e tenta comprar a estação de TV que diz mal do Primeiro-ministro. Rui Pedro Soares da PT deve-me o dinheiro que usou para pagar a Figo o ménage com Sócrates nas eleições. E o que gastou a comprar a TVI.

Mário Lino deve-me pelos lixos e robalos de Godinho. E pelo que pagou pelos estudos de aeroportos onde não se vai voar. E de comboios em que não se vai andar. E pelas pontes que projectou e que nunca ligarão nada. Teixeira dos Santos deve-me dinheiro porque em 2008 me disse que as contas do Estado estavam sãs. E estavam doentes. Muito. E não há cura para as contas deste Estado.

Os jornalistas que têm casas da Câmara devem-me o dinheiro das rendas. E os arquitectos também. E os médicos e todos aqueles que deviam pagar rendas e prestações e vivem em casas da Câmara, devem-me dinheiro. Os que construíram dez estádios de futebol devem-me o custo de dez estádios de futebol.

Os que não trabalham porque não querem e recebem subsídios porque querem, devem-me dinheiro. Devem-me tanto como os que não pagam renda de casa e deviam pagar. Jornalistas, médicos, economistas, advogados e arquitectos deviam ter vergonha na cara e pagar rendas de casa. Porque o resto do país paga. E eles não pagam. E não têm vergonha de me dever dinheiro. Nem eles nem Pedro Silva Pereira que deve dinheiro à natureza pela alteração da Zona de Protecção Especial de Alcochete. Porque o Freeport foi feito à custa de robalos e matou flamingos. E agora para pagar o que devem aos flamingos e ao país vão vendendo Portugal aos chineses. Mas eles não nos dão robalos suficientes apesar de nos termos esquecido de Tien Amen e da Birmânia e do Prémio Nobel e do Google censurado. Apesar de censurarmos, também, a manifestação da Amnistia, não nos dão robalos.

Ensinam-nos a pescar dando-nos dinheiro a conta gotas para ir a uma loja chinesa comprar canas de pesca e isco de plástico e tentar a sorte com tainhas. À borda do Tejo. Mas pesca-se pouca tainha porque o Tejo vem sujo. De Alcochete. Por isso devem-me dinheiro. A mim e aos 600 mil que ficaram desempregados e aos 600 mil que ainda vão ficar sem trabalho. E à D. Isabel que vai a esta hora da noite ou do dia na limpeza de mais um escritório. Normalmente limpa três. E duas vezes por semana vai ao Banco Alimentar. E se está perto vai a um refeitório das Misericórdias. À Sexta come muito. Porque Sábado e Domingo estão fechados. E quando está doente vai para o centro de saúde às 4 da manhã. E limpa menos um escritório. E nessa altura ganha menos que o ordenado mínimo.

Por isso devem-nos muito dinheiro. E não adianta contratar o Cobrador do Fraque. Eles não têm vergonha nenhuma. Vai ser preciso mais para pagarem. Muito mais. Já.

Mário Crespo

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A perseguição americana a ASSANTE, autor do WIKILEAKS

O mandato internacional de prisão contra Assange por não usar um preservativo

3:41 pm 03 Dezembro 2010


O mandado de prisão expedido pela Interpol contra Julian Assange, fundador do site Wikileaks, é baseado numa figura chamada "sexo de surpresa", incluido na violação sueca simples, que chega a "qualquer acto de coerção em relação ao sexo."

O advogado de Assange em Londres, Mark Stephens, disse que a ofensa causada por "sexo de surpresa" é geralmente extinção da acusação com multa de R $ 715.

"Qual é o sexo de surpresa ", disse Stephens, é um crime só na Suécia mas não na Grã-Bretanha ou na América, ou Ibiza. Eu pareço estar em um filme surrealista sueco, cercado e ameaçado por trolls estranhos. "

Isso informaram os seus advogados para o Blog do Washington Post, enquanto Assange está sendo procurado pela justiça sueca para ser interrogado sobre a acusação de assédio, estupro e coerção promovido por duas mulheres contra ele.

Os factos remontam a Agosto passado. Segundo a defesa de Assange, o australiano encontrou duas mulheres, 25 e 35, durante uma conferência de imprensa em Estocolmo.

Então, em ocasiões distintas, o sexo consensual é consumado, mas não protegido. Nos dias seguintes, segundo a defesa dos Assange, verifica-se novos "contatos amistosos consensuais" com ambas as mulheres, que então "decidiram denunciá-lo ao saberem uma da outra."

O Washington Blog relata que, na base da reclamação não é tanto a violência sexual mas a recusa de Assange-pós relações-recusar submeter-se a um teste sobre doenças sexualmente transmissíveis.

Assange, como informou o Daily Mail, The Guardian e outros jornais, num caso não usou preservativo e noutro este rompeu-se. A sua posterior recusa a submeter-se a um control levou a ambas as mulheres a denuncia-lo e as autoridades suecas a emitir uma ordem de prisão transmitida a Interpol.

Interpol disse ao New York Times que publicou a ordem a 20 de novembro, dois dias depois de os juízes suecos enviaram uma ordem judicial para a polícia internacional.

Portanto, o mandado de detenção foi emitida antes da publicação dos casos reservados U. S. Departamento de Estado.

Fonte: Com informações Ansa

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Uma opinião conhecedora de como somos manobrados pela comunicação social...

Este é o maior fracasso da democracia portuguesa (extracto)

Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram, (Olá! camaradas Sócrates...Olá! Armando Vara...), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido. Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, em governação socialista, distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.

Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER.

Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora continua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Gente assim mal formada vai aceitar tudo, e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.

A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca. Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção.

Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituamo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.

Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade. Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém que acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos? Alguns até arranjaram cargos em organismos da UE. E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca. Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento. Ninguém quer saber a verdade. Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.

Este é o maior fracasso da democracia portuguesa

Clara Ferreira Alves – "Expresso"


Fascismo made USA

O Fascismo mostra a cara nos Estados Unidos


O FBI e a criminalização da dissidência (por Amy Goodman)


Na manhã de sexta-feira 24 de setembro, em Chicago, Minneapolis e St. Paul, agentes do FBI invadiram violentamente de armas em punho em várias casas de activistas anti-guerra, e passaram horas revistando-as. O FBI apreendeu computadores e laptops, fotografias e outros objectos pessoais. Os ativistas receberam intimações para comparecer perante um tribunal de Chicago.

Este é o mais recente incidente na ofensiva em curso sobre a dissidência nos Estados Unidos, que visa ativistas da paz, acusando-os de apoiar "organizações terroristas estrangeiras".

A casa de Jess Sundin foi uma das assaltadas. Jess era o principal organizador da marcha contra a guerra em St. Paul, Minnesota no Dia do Trabalho 2008, que teve lugar após a Convenção Nacional Republicana. Ele descreveu o ataque: "Na sexta de manhã eu acordei ao ouvir um forte bater a minha porta. Quando desci as escadas, havia seis ou sete agentes federais dentro da minha casa, onde minha esposa e filha estavam acordados. Apresentaram-nos o mandado de busca e vasculharam a casa inteira. Provavelmente passaram quatro horas revistando todos os nossos pertences, todos os livros, papéis, nossas roupas. Várias caixas e gavetas com os nossos computadores, telefones, nossos passaportes. E quando terminaram, como eu disse, eles tinham muitas caixas cheias com os meus pertences e levaram-nos embora. "

Ninguém foi preso após estes ataques. Ninguém foi acusado de nenhum crime.

Dias depois, centenas de manifestantes protestaram em frente aos escritórios do FBI em todo o país.

A vigilância ilegal é geralmente realizada pelos chamados "centros de fusão", o misterioso centro de inteligência interjurisdicional do "Joint Task Force on Terrorism", que reúne a polícia federal, estadual e agências de segurança nacional e agências militares. Aqui parece ser comum colocar o rótulo de "terrorismo doméstico" para os ativistas sociais.

Tudo isso acontece enquanto Obama usa o medo do terrorismo para tentar ter mais autoridade para espiar os usuários de Internet e ao mesmo tempo em que acontece um outro escândalo: O Departamento de Justiça também revelou esta semana que os agentes do FBI cometeram sussessivos enganos numa avaliação de conhecimentos das regras e procedimentos que regem vigilância doméstica. Isso é mais do que apenas um engano, é um escândalo. Estas são as liberdades fundamentais que são a base da nossa democracia, abuso de poder e erosão das liberdades civis.

Disto não falam os nossos jornalistas "independentes"...vendidos aos espojos do sistema.


Extrato de texto de Any Goodman (da cadeia noticiosa Democracy Now - USA)


Michael Moore, ganhador do oscar para o melhor documentário, faz interessantes e bem documentados filmes sobre temas candentes da nossa sociedade (Estados Unidos), no entanto parece “falar para as paredes” e parece que as entidades atingidas não lhe dão muita importancia.

Na verdade e atravéz da denuncia de Wendell Potter, ex porta-voz do gigante de seguros de saude Cigna, viemos a saber que numa reunião de altos quadros dessa empresa, para analisar a resposta ao filme “sicko” , estas empresas não estão no jogo para perder, e que este alto quadro diz ter temido pela sua saude e bem estar, ao ter feito a denuncia.

A Associação de seguros de saude americana (AHIP) contratou a empresa de relações publicas APCO do escritório de advogados Arnold & Potter, para coordenar uma campanha de resposta ao filme de Moore.

Esta APCO formou o falso movimento de consumidores “Health Care America”, para tentar desacreditar o filme y para gerar o medo nas pessoas de um sistema de saúde governado pelo estado americano. Essa campanha, que a AHIP considerou vitoriosa custou milhões ás seguradoras que contaram com a cobertura total dos média, CNN, USA TODAY, NEW YORK TIMES, que deram cobertura especial a está falsa associação de consumidores, Health Care America, sabendo bem que se tratava de uma criação da industria seguradora.

Um estudo recente da Faculdade de medicina da Universidade de Harvard, estabeleceu que 45.000 americanos ( um a cada doze minutos), morre por falta de assistência, por não ter seguro de saúde.

Só no ano de 2009, a industria de seguros destinou mais de 86 milhões de dolares á Camara de Comercio americana para que esta impedisse o sistema de saude publica.

Este ano, as 5 maiores seguradoras contribuiram com três vezes mais que isso (cerca de 280 milhões), para “comprar” candidatos republicanos e democratas para impedir que a lei de saúde publica passasse no senado americano. Tal foi a desfaçatez que o representante de Nova York no senado, Antony Weiner declarou no congresso, que o Partido republicano era uma subsidiária da Industria de seguros.

Segundo Moore, as companhias sabiam por estudos feitos, que os norte-americanos estavam fartos que as seguradoras lucrassem á custa da sua saude. Este é um sistema doente ao permitir lucros á custa da saude das pessoas, disse Moore.